O título deste artigo nada mais é do que uma dúvida frequente entre diversos gestores. Afinal, o acesso a sites impróprios ou, ao menos, duvidosos, pode ser prejudicial? A resposta é simples e muito clara: sim.
A explicação se encontra no fato de que a internet é uma rede de compartilhamento de dados. Ou seja, existem diversas espécies de “caminhos abertos”, que interligam o computador de sua empresa a outros aparelhos e usuários espalhados pelo mundo. E nem sempre sabemos com quem, exatamente, estamos lidando, não é mesmo?
O “gratuito” pode atrair muitos problemas
São inúmeras as promessas: promoções imperdíveis, prêmios, brindes e, até mesmo, conteúdo adulto gratuito. É possível encontrar tudo isso na internet. Aos olhos de um usuário desavisado, tudo parece ser uma grande vantagem. O problema é que muitos sites absorvem muito tráfego e enchem o internauta de “conteúdos” na tentativa de atraí-lo ao redirecionamento de página, convertendo estes acessos em lucro.
Deste modo, em um curto período (e sem perceber), a máquina está exposta a vários riscos. Para manter o computador seguro, o ideal é sempre realizar a atualização do navegador web e dos plugins. Quando um navegador se encontra em estado de vulnerabilidade, um exploit (uma sequência de comandos elaborada por hackers) consegue tirar vantagem, por mais que o programa não esteja em execução. Há diferentes modos de explorar uma brecha – são os chamados “vetores de ataque”.
O que fazer para estar seguro?
O golpe mais comum na internet é aquele em que cibercriminosos atacam por meio de sites ou plataformas publicitárias que hospedam banners. Os visitantes são atraídos, por exemplo, até sites de relacionamento e outros tipos de redes sociais. Nestas páginas, realizam cadastros que fornecem dados confidenciais. Também é possível encontrar links para download de aplicativos falsos, capazes de roubar dados e infectar máquinas.
As medidas de proteção são básicas: instalação de todas as atualizações de sistemas operacionais e navegadores (apenas por intermédio de fontes oficiais), o não-acesso a páginas suspeitas, sobretudo se houver redirecionamento através de links ou banners, e a utilização de softwares antivírus de boa procedência. Fale com a equipe da IT People e saiba mais!








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